Sal e Açúcar Refinado – O Mal da Humanidade

Começamos com o Sal

Vamos falar com vocês sobre o sal refinado. Afinal, o que o torna maléfico para o organismo – e um dos inimigos da pressão arterial.

O sal refinado, assim como o açúcar refinado, em qualquer quantidade é nocivo.

A partir do momento que ele passa por processos de refino, já deixou de ser sal há muito tempo.

Esse tipo de “sal” que a indústria alimentícia nos fez acreditar por muito tempo – o famoso sal de cozinha/industrial – não nutre, apenas salga.

Ele é “enriquecido” com aditivos químicos, e para evitar a liquefação e a formação de pedras, ele recebe oxido de cálcio (cal de parede) que favorece também o aparecimento de pedras nos rins e na vesícula biliar devido à sua origem não natural.

Depois, outros aditivos são usados (como ferrocianato, silicato aluminado de sódio entre outros e agentes antiumectantes). Nada de bom, certo!

Para explicar melhor, quando o sal refinado entra no corpo, ele é absorvido pelo intestino e vai direto para o sangue. Conforme se dá seu consumo, cai na mesma proporção nos vasos.

Como a água do corpo é sugada pelo cloreto, o organismo, na tentativa de manter o equilíbrio e normalizar a falta de água, eleva a pressão arterial para aumentar fluxo de sangue circulando, por isso o perigo.

Acontece que os vasos estão acostumados com um determinado volume sanguíneo circulando dentro deles.

Quando o sistema sai da normalidade e passa a ser atravessado por muito sangue, os vasos acabam se contraindo para tentar diminuir o fluxo e restabelecer o estado habitual.

A construção dos vasos de fato diminui a quantidade de sangue circulando pelo organismo, mas a pressão de bombeamento do coração continua aumentada, consequentemente, o órgão não é irrigado adequadamente justamente quando está com seu trabalho intensificado, o que faz com que seu tecido fique mais espesso.

O resultado pode ser além da hipertensão, problemas renais, arritmia e infarto. Portanto pare de consumir esse veneno da indústria alimentícia!

O sal em si merece muito mais prestígio e valor, pois é repleto de nutrientes (quando não refinado).

Como alternativa existe o sal marinho, grosso triturado e o sal rosa, ervas e temperos podem ser incluídos no cardápio como opção!

E Agora o Açúcar

Além do sal, achamos importante falarmos também sobre o açúcar refinado!

Os primeiros sinais de alerta para evidências de que o consumo de açúcar representaria risco à saúde humana, inclusive com potencial para desenvolver doenças cardíacas – datam de 1950!

Ao mencionar o pesquisador John Yudkin, que em 1957 lançou sua hipótese de que o açúcar era um perigo para a saúde pública.

Ele foi desacreditado por anos, sobretudo, pela Matrix açucareira. Mas, novos estudos vieram e confirmaram sua teoria.

Em 12/9/2016 – uma importante verdade foi revelada: à luz das evidências, pesquisadores da Universidade da Califórnia publicaram no JAMA Internal Medicine um estudo em que é apontado que a Sugar Research Foundation patrocinou seu primeiro projeto de pesquisa sobre doenças coronárias – que ADIVINHEM: apontou que a GORDURA SATURADA e COLESTEROL eram as causas destes agravos.

Com isso, contribuiu-se para “despistar” o olhar para os reais riscos do açúcar.

A pesquisa reuniu artigos na literatura com outras análises recentes de documentos internos e históricos da indústria do açúcar e foi possível descobrir que a indústria patrocinou um programa de pesquisa na década de 1960 e 1970.

Sabem o que isso significa?!

Cinco décadas de pesquisas sobre o papel da nutrição e doenças cardíacas, incluindo muitas das recomendações de hoje – que podem ter sido em grande parte moldadas pela indústria do açúcar! “Eles foram capazes de inviabilizar a discussão sobre o açúcar ao longo de décadas”, disse Stanton Glantz, professor de medicina na U.C.S.F. e um dos autores da pesquisa, em entrevista ao NY Times .

Com este estudo temos mais uma comprovação de algo que temos falado inúmeras vezes em relação ao quanto a Matrix tem atuado fortemente no sentido de desfocar a atenção para o quão nocivas são as substâncias e processos da indústria para saúde do ser humano.

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